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  • Patricia Adnet

Cleptomania


O transtorno conhecido como Cleptomania é conhecido vulgarmente como “mania de roubar”. A característica principal deste distúrbio é o fracasso constante em resistir a impulsos de furtar objetos desnecessários para o uso pessoal ou por seu valor monetário. A pessoa vivencia uma sensação crescente de tensão antes do roubo e sente prazer, satisfação ou alívio ao cometê-lo. Vale ressaltar que o furto não é cometido para expressar raiva ou vingança contra alguém. Os indivíduos com Cleptomania têm consciência de que o ato é errado, sem sentido e com frequência tem medo de serem apanhados, sentindo-se deprimidos ou culpados quanto aos furtos.

Em geral, os objetos que são furtados têm pouco valor para o indivíduo, que teria condições de comprá-los e freqüentemente os dá de presente para alguém ou joga-os fora. Às vezes, o cleptomaníaco pode colecionar os objetos furtados ou devolvê-los disfarçadamente. Embora os indivíduos com este transtorno evitem furtar quando acreditam que possam ser pegos em flagrante, eles não costumam planejar seus furtos nem levam plenamente em conta as chances de serem presos.


A idade de início da cleptomania é variável, mas o mais comum é que o transtorno tenha inicio na adolescência. É importante mostrar que é uma condição rara e parece ocorrer em menos de 5% de pessoas que cometem furtos, sendo mais comum entre mulheres. As consequências são as mais diversas, envolvendo questões com a justiça, problemas familiares, isolamento social e baixa autoestima.


A psicoterapia é indicada para os casos de cleptomania, pois pode ajudar a pessoa a identificar as situações que desencadeiam o impulso de roubar e, assim, a desenvolver estratégias de autocontrole, melhorando sua autoconfiança e as relações interpessoais.


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